fev
8
2012

Você sabe quanto custa parar o seu negócio?

Desastres e erros na infraestrutura são preocupações que rondam a cabeça de qualquer gerente de TI, especialmente se a empresa não tem soluções de recuperação e de backup. Assim, apesar da situação econômica instável, as organizações cada vez mais vão melhorar essa área com a ajuda da tecnologia.

A empresa norte-americana de software Acronis elaborou um estudo global para mapear de que forma as companhias lidam com a recuperação de desastres. O levantamento identificou que a capacidade de backup e recuperação de desastres aumentou 14%, em média, quando comparada com os resultados da pesquisa no ano passado.

Por trás desse aumento de confiança está o fato de que 66% das empresas estão revendo seus planos de backup e recuperação de desastres com mais regularidade, possivelmente como resultado de desastres naturais que afetaram várias regiões durante 2011, como as inundações na Austrália, Brasil e Tailândia, o terremoto na Nova Zelândia e Turquia, além de grandes tempestades nos Estados Unidos e, especialmente, o tsunami devastador no Japão. Em muitas dessas ocasiões, algumas empresas ainda não se recuperaram completamente.

Apesar dessas melhorias, a situação financeira global que mostra sinais de alerta tem estagnado orçamentos, fazendo com que as empresas invistam cerca de 10% do total orçamento de TI com backup e recuperação de desastres. Além disso, mais da metade das empresas do sul da Europa, por exemplo, consideram que os diretores da empresa não suportam adequadamente suas operações de backup e recuperação, em comparação a uma média global de 47%.

De acordo com o levantamento, a parada das atividades seja por falhas no sistema ou ainda em decorrência de desastres causa prejuízos para a empresa. Para um tempo de inatividade média de 2,2 dias, as organizações perdem 286.644 por ano em perda de produtividade.

A nuvem na recuperação de desastres
Outro dado interessante do estudo aponta que a grande maioria dos CIOs entrevistados, quase 75%, concorda que, pelo segundo ano consecutivo, seu maior desafio em um ambiente híbrido consiste na migração de dados entre ambientes físicos, virtuais e em nuvem.

No entanto, a pesquisa revela que a maioria das empresas continua a consolidar suas ferramentas sem investir em backup e recuperação de desastres adequados para enfrentar esse desafio. Grande parte é baseada em várias ferramentas, é comum companhias terem três ou mais soluções diferentes para proteger seus dados.

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Fonte: Originalmente publicado por ComputerWorld em 08 de fevereiro de 2012 – 07h30