dez
19
2011

Crescimento do negócio de redes é destaque em ESSN na HP Brasil

A divisão de servidores, storage e redes (ESSN) da HP Brasil é uma das que estão tirando proveito do conceito de Pan HP proposto pelo presidente Oscar Clarke, para estimular a sinergia entre as diferentes áreas de negócios da companhia. Depois de promover a integração entre os canais antes voltados unicamente à rede advindos da 3Com, adquirida em 2009, com os parceiros focados em servidores e storage, agora é a vez de buscar negócios com os canais que apoiam outras unidades da companhia.

A oportunidade foi aproveitada pelo vice-presidente da divisão, Denoel Eller, durante a Reunião de Canais HP 2012. “Já convesei com canais importantes para outras áreas de negócios, que mostraram interesse em investir em ESSN”, disse o executivo. “Estamos conseguindo canais dentro de casa.” De acordo com ele, pode ser mais proveitoso “olhar para o lado”, para canais que já conhecem a cultura e os processos da empresa, do que “olhar para fora”. Mesmo assim, observa, até parceiras recentes, como a Network1, premiada como destaque em HPN, TS e Softwares, comprovam que a rede também se renova com bons resultados.

Segundo ele, o negócio de redes, com crescimento na casa de três dígitos, foi um dos principais destaques ao longo de 2011. “O ano foi bom e vimos canais com crescimento alinhado com esse número”, diz, lembrando passos como o investimento para reforçar a linha de distribuidores de valor e a unificação das áreas sob o guarda-chuva ESSN na diretoria comandada por Renato Aloisi Jr. “A medida vai facilitar a vida dos canais e nossa estratégia para abordar o mercado.”

Entre as mensagens repassadas aos canais presentes no evento, Eller destaca que o próprio negócio, se antes funcionava em silos na casa do cliente, hoje tira proveito de um conjunto de recursos desenhados para funcionar melhor em conjunto e alocados de acordo com as necessidades das aplicações. A postura defendida pela empresa há quase dois anos, alega, agora é o discurso de toda a indústria. “Nossos canais tiveram oportunidade de trabalhar nisso”, lembrou. O próximo passo, segundo ele, está relacionado a cloud. Também é momento de aproveitar a demanda por data center e a aceleração de soluções como EcoPOD (conteiner data center). “O momento pede para trabalhar soluções individuais, mas priorizar a venda de solução compacta”, aponta. Outro foco são os produtos com melhor rentabilidade, como blades, envolvendo mais softwares e serviços, bem como com mais programas, investimentos e rebates de marketing. “Vamos investir em conjunto em novas linhas”, convida.

Para atender à meta de expansão geográfica e de cobertura, Eller detalha que a estratégia leva em conta a ressegmentação do SMB, não mais encarado como uma enorme massa disforme de empresas, mas estratificado em nichos, com destaque para a camada de contas médias. “Estamos mapeando as contas para um trabalho mais sofisticado em conjunto com os canais”, explica.

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Fonte: Originalmente publicado por CRN em 16 de dezembro de 2011