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28
2011

Empresas devem identificar os reais benefícios de cloud e fazer a migração aos poucos

As empresas devem adotar primeiro os serviços de nuvem pública e pensar em cloud privada somente se o serviço não atender às suas necessidades. Esta é a opnião do analista do Gartner, Daryl Plummer. Ele afirma que há muitos benefícios em potencial para um empresa que implemeta cloud, incluindo agilidade, redução de custos, redução do nível de complexidade, maior capacidade de inovação e extrair das pessoas maior nível de conhecimento e habilidades.

A recomendação que o consultor faz aos profissionais de TI é realizar uma análise minuciosa que identifique os benefícios que a empresa espera alcançar se for para a nuvem. Obviamente também há razões para não trilhar o caminho para a nuvem, entre as quais a incapacidade de obter acordos que possibilitem serviços no nível que deseja, questões relacionadas à regulamentação, preocupações com a recuperação de desastres e a percepção de que o modelo não significar economia de gastos.

Plummer informa que fazer uma análise sobre custos é particularmente complicado, já que você está comparando as despesas de capital versus despesas recorrentes. Ele acrescentou que os clientes tendem a subestimar seus custos para utilizar a nuvem, e a maioria das empresas que está mudando requisita os serviços de um broker, o que aumenta o custo total.

Se o hype em relação à nuvem é quase uma febre, Plummer adverte que também há uma série de riscos potenciais em relação à segurança, transparência, lock-in e às questões de integração. Se você decidir decidir adotar a nuvem, comece pelas bordas e vá trabalhando para caminhar para o seu core, diz Plummer.

Um outro ponto que se deve ter em mente éa possibilidade de ocorrer a algumas unidades de negócios da empresa que podem ter adotado o software como serviço (SaaS). Assim, na opnião de Plummer, os executivos de TI podem fazer um esforço concentrado para chegar à frente desses usuários.

Estudos do Gartner revelam que na divisão global do faturamento com nuvem nas suas três principais categorias, SaaS ficará em primeiro em 2011, com uma receita de 12 bilhões de dólares no mundo em 2011. Em segundo lugar vem a infraestrutura como serviço (IaaS), com 4,2 bilhões de dólares e plataforma como serviço (PaaS),com 1,4 bilhão de dólares. Mas a consultoria prevê que nos próximos cinco anos, IaaS vai crescer 48%, ante uma uma expansão de apenas 13% do PaaS e de 16,3% do SaaS.

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Fonte: Originalmente publicado por NEAL WEINBERG, NETWORK WORLD em 28 de outubro de 2011 – 07h30

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